História:
Frequentemente referida como mirra doce, o rei Salomão considerava a opopanax a mais nobre de todas as resinas de incenso, sendo em tempos ancestrais utilizada em rituais de purificação e como medicina para quase todos os males, daí o nome opoponax que significa “totalmente curativo”.
Compostos Terapêuticos:
β-ocimeno (33%), α-bisaboleno (22%), α-santaleno (15,8%), β-bergamoteno (3,0%), a-bergamoteno (3,0%), germacreno D (1,6%), decanol (1,2%).

Principais Indicações:
Ação anti-inflamatória, antiespasmódica, expetorante, emenagogoa, antisséptica e relaxante do sistema nervoso.
Nota: a Commiphora guidottii está classificada como espécie vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
Segurança:
Para uso dérmico é recomendada uma diluição máxima de 0,6%. Evitar o uso em peles hipersensíveis ou danificadas. Pode ser fototóxico, evitar a luz solar direta por até 12 horas após aplicação externa.
Evidência Científica:
Segundo Michael Gebrehiwot et al. BMC Complement Altern Med. 2015, o óleo essencial de Commiphora guidottii possui atividade cicatrizante de feridas, apoiando o seu uso tradicional.
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Segundo Syn Kok Yeo et al. Phytother Res. 2016, o óleo essencial de opoponax (Commiphora guidottii), exibe citotoxicidade in vitro contra o cancro da mama.